A resposta direta
Providers diferem em installments, tokens, risk signals, local methods, settlement e optimization. Esconder diferenças pode remover valor. Meta é evitar raw API dependency em cada application, não apagar features relevantes.
Quando a abordagem atual é suficiente
Direct integration é forte se product depende de unique capability e switching não é requisito. Documente coupling em vez de forçar generic model.
Onde a pressão começa
Problema quando provider concepts invadem UI, policy, backend, finance e support; migration fica cara porque provider model vira product model.
O que muda com uma camada de infraestrutura
Layered design oferece common core e explicit extensions para specialized capabilities.
O trade-off
Extensions aumentam complexity; generic strict bloqueia optimization. É preciso escolher quais diferenças expor.
Como decidir
Classifique features em common infrastructure, business differentiator e implementation detail; standardize, expose ou hide conforme categoria.
Quando Zopio se encaixa
Zopio se encaixa se você quer core independente sem perder provider-specific value. Se critical feature não cabe, direct pode ser melhor.
Um próximo passo prático
Mapeie top 10 provider-specific features e decida common model, extension ou direct integration.
Providers não são iguais.
Padronize o comum e exponha diferenças valiosas.
Documente coupling como trade-off.
